segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Xavier e Magneto em dois pôsteres de X-Men First Class

Os dois personagens principais, que protagonizam o aguardado filme da franquia X-Men, Charles Xavier e Erik Lensher, aparecem em destaque nos pôsteres promocionais que acabam de ser divulgados.




Fonte: http://www.marvel616.com/2011/02/xavier-e-magneto-em-dois-posteres-de-x.html

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Inspirados pelo gênio

Texto escrito por mim e por Fabiano Peternella Passos para a revista Ilúmina, por ocasião da morte do mestre.




A morte do escritor José Saramago deixou órfã uma legião de fãs que tomaram gosto pela literatura por meio de suas linhas, sem parágrafos nem pontuação. A Obra de Saramago é tão vasta e diversificada que consegue atingir pessoas de todas as idades e classes.

Com uma característica única, dá vida as personagens e aos fatos utilizando uma escrita coesa; para ele a comunicação com o leitor é mais importante que a linguagem escrita. Ele consegue aproximar a linguagem oral da linguagem escrita com uma persuasão impar. Suas frases e parágrafos são extensos, usando a pontuação de uma maneira não convencional. Os diálogos dos personagens misturam-se à narração.

Mais que um pensador, um visionário ou um mestre das letras, o desaparecimento do Nobel da Literatura, aos 87 anos, priva o mundo de uma fonte inesgotável de inspiração.

Mais que um pensador, um visionário ou um mestre das letras, o desaparecimento do Nobel da Literatura, aos 87 anos, priva o mundo de uma fonte inesgotável de inspiração.

Não vamos considerar aqui quem teve sua vida, sua forma de pensar ou olhar o mundo intimamente influenciado pelas palavras do escritor. A intenção é trazer referências de artistas que beberam diretamente na fonte e basearam suas obras nos seus livros e contos.

O filme Blindness, de Fernando Meireles, pode ser considerado o ponto alto das inspirações. Coube ao diretor brasileiro o privilégio de dirigir o longa, baseado no livro “Ensaio Sobre a Cegueira”, vencendo a resistência do escritor, que havia recusado propostas de adaptação mais de 40 vezes. Saramago sempre se mostrou avesso a idéia de ver sua obra na telas, mas acabou cedendo a insistência de Meireles. O livro também foi adaptado e montado no Brasil pela companhia teatral Andantes.

Em 2002, a obra “A jangada de pedra” virou filme pelas mãos do diretor George Sluizer, mostrando o que aconteceria se um terremoto separasse a Península Ibérica do resto da Europa.

No campo das animações, o seu único livro infantil “A maior flor do mundo”, também ganhou uma singela homenagem na forma do curta metragem de Juan Pablo Etcheverry narrado pelo próprio Saramago.

Em 2010 outro longa metragem inspirado numa obra do autor foi lançado oficialmente em Portugal. “Embargo”, baseado no conto homônimo, traz a história de um vendedor de cachorro-quente que inventa uma máquina de escanear pés capaz de revolucionar o mercado de calçados, mas de repente, se vê confinado no próprio carro. Trata-se de mais uma das metáforas criadas por Saramago que fazem refletir sobre a condição humana em meio aos avanços tecnológicos.

Por último, mas não com menor importância, o documentário “José & Pilar”, do diretor português Miguel Gonçalves Mendes, tem estréia prevista para novembro no Brasil e mostra a paixão dele por sua mulher, a jornalista Pilar Del Rio, 28 anos mais jovem a quem uma vez Saramago dedicou a seguinte declaração: “Se eu tivesse morrido aos 63 anos antes de lhe ter conhecido, morreria muito mais velho do que seria quando chegar a minha hora”

Obra multifacetada

Entre seus livros destaca-se Memorial do Convento, romance de leitura obrigatória em muitos vestibulares, mistura ficção e realidade. Narrado durante o reinado de Dom João V, que manda construir um palácio chamado de convento para cumprir uma promessa que garantiu sua sucessão ao trono.

Entre os operários que trabalham na obra destaca-se Baltazar que é apaixonado por Blimunda que, junto com o padre Bartolomeu, constroem um aparelho voador para ir em direção ao sol. Algo dá errado e Baltazar fica preso ao aparelho e vai ao céu, quando cai é capturado pela Inquisição. Seguindo por uma tênue linha entre ficção erealidade, o autor critica a exploração dos pobres pelos ricos.

Em Ensaio Sobre a Cegueira, Saramago demonstra da maneira mais crua possível o submundo do ser humano. Até que ponto a crueza das pessoas podem chegar para saciar seus desejos mais primais.

No meio da rua, em um dia normal, começa uma epidemia de “cegueira branca” jamais conhecida ou documentada. As vítimas são colocadas em um sanatório em quarentena, mas uma mulher entre eles ainda enxerga e vai guiá-los no labirinto da mais baixa condição humana. Todo tipo de sentimento aflora-se: poder, ganância, vergonha...

Quando conseguem fugir do cativeiro deparam-se com a cidade totalmente abandonada e imunda. As pessoas seguem seus instintos animais, são nômades a procura de abrigo e comida. Da mesma forma como ficaram cegos, voltam a enxergar. Mas o submundo da alma humana já está lá, para sempre.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Eu acuso !



Texto de Igor Pantuzza Wildmann (Advogado – Doutor em Direito e Professor universitário)


J’ACUSE !!! (Eu acuso !)

« Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice. (Émile Zola)
Meu dever é falar, não quero ser cúmplice. (...) (Émile Zola)


Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que... estudar!).

A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.

O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.

Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática.

No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “ era proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento.” Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando...

E como a estupidez humana não tem limite , a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’.”

Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente...

Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”.

Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar.

Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A acusação penal ao autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça.

Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:

EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;

EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos”e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;

EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;

EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranqüilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;

EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;

EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;

EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual, finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;

EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;

EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;

EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;

EU ACUSO os “cabeça – boa” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito,

EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;

EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição.

EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;

EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;

Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos -clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia.

Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.


A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “ Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo.”

Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.

Igor Pantuzza Wildmann (Advogado – Doutor em Direito e Professor universitário)

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Rogério Ceni x Ronaldo: Quem foi o melhor?

Uma boa reflexão a respeito da carreira do "Fenômeno" !


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Amargo Pesadelo (The Revange)

Cena antológica do filme Amargo Pesadelo (The Revange)

O filme Amargo Pesadelo estava sendo rodado no interior dos Estados Unidos. O diretor fez a locação de um posto de gasolina nos confins do mundo, onde aconteceria uma cena entre vários atores contracenando com o proprietário do posto onde ele também morava com sua mulher e filho (este ara autista e nunca saía do terreno da casa).

Num dos cortes para refazer a cena do abastecimento, um dos atores que sendo músico sempre andava acompanhado do seu instrumento de cordas aproveitando o intervalo da gravação e já tendo percebido a presença de um garoto que dedilhava um banjo na varanda da casa aproximou-se e começou a repetir a sequência musical do garoto.

Como houve uma 'resposta musical" por parte do garoto, o diretor captou a importância da cena e mandou filmar.

O restante vocês verão no vídeo. Atentem para alguns detalhes:

- O garoto é verdadeiramente um autista;
- Ele não estava nos planos do filme;
- A alegria do pai curtindo o duelo dos banjos... dançando
- A felicidade da mãe captada numa janela da casa;
- A reação autêntica de um autista quando o ator músico quer cumprimentá-lo.

Vale a pena o duelo, a beleza do momento e, mais que tudo, a alegria do garoto. Repare na sua expressão. No início está distante, mas, à medida que toca o seu banjo, ele cresce com a música e vai se deixando levar por ela, até transformar a sua expressão num sorriso contagiante, transmitindo a todos a sua alegria.

A alegria de um autista, que é resgatada por alguns momentos, graças a um violão forasteiro. O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície. Depois, ele volta para dentro de si, deixando a sua parcela de beleza eternizada "por acaso" no filme "Amargo Pesadelo" (Ano: 1972).

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A Psicologia faz a diferença




Psicologia, 1959 X 2010

Cenário 1: João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.

1959: É mandado à sala da diretoria, fica parado esperando 1 hora, vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e volta tranquilo à classe.

2010: É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD, o psiquiatra lhe receita Rivotril. Se transforma num Zumbí. Os pais reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.

Cenário 2: Luis quebra o farol de um carro no seu bairro.

1959: Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no traseiro... A Luis nem lhe passa pela cabeça fazer outra nova "cagada", cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional de sucesso.

2010: Prendem o pai de Luis por maus tratos. O condenam a 5 anos de reclusão e, por 15 anos deve abster-se de ver seu filho. Sem o guia de uma figura paterna, Luis se volta para a droga, delinque e fica preso num presídio especial para adolescentes.

Cenário 3: José cai enquanto corria no pátio do colégio, machuca o joelho. Sua professora Maria, o encontra chorando e o abraça para confortá-lo...

1959: Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.

2010: A professora Maria é acusada de abuso sexual, condenada a três anos de reclusão. José passa cinco anos de terapia em terapia. Seus pais processam o colégio por negligência e a professora por danos psicológicos, ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra em aguda depressão e se suicida...

Cenário 4: Disciplina escolar

1959: Fazíamos bagunça na classe... O professor nos encaminhava para a direção; chegando em casa, nosso velho nos castigava sem piedade.

2010: Fazemos bagunça na classe. O professor nos pede desculpas por repreender-nos e fica com a culpa por fazê-lo . Nosso velho vai até o colégio se queixar do docente e para consolá-lo compra uma moto para o filhinho.

Cenário 5: Horário de Verão.

1959:Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. Não acontece nada.

2010: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. A gente sofre transtornos de sono, depressão, falta de apetite, nas mulheres aparece celulite.

Cenario 6: Fim das férias.

1959: Depois de passar férias com toda a família enfiada num Gordini, após 15 dias de sol na praia, hora de voltar. No dia seguinte se trabalha e tudo bem.

2010: Depois de voltar de Cancún, numa viajem 'all inclusive', terminam as férias e a gente sofre da síndrome do abandono, pânico, attack e seborreia...

Fica a pergunta...

QUANDO FOI QUE NOS TRANSFORMAMOS NESTE BANDO DE BOSTAS?

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Fernando Pereira - O Rei das Vozes

O portuga canta de tudo. Imita vozes de qualquer cantor. Desde Julio Iglesias, Roberto Carlos e Chico Buarque, até Mika e Gnarls Barkley, passando por Ray Charles...

Vale pena ver e ouvir.... O site dele: www.fernandopereira.pt


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Violão Sobrenatural

Violonista Nortecoreana de 5 anos. Mais uma prova de que algumas coisas sobrevivem entre as reencarnações.

(http://www.youtube.com/watch?v=b7uRyTs4-YI)


Fúria da Água

Uma pequeno recado ao bicho-homem, que insiste em brincar com a Natureza.

(http://www.youtube.com/watch?v=7KNKyF8lNJA)