sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Bilhete Premiado

O marido chega para a esposa e pergunta:
- Querida, seja sincera... O que você faria se eu ganhasse na loteria?E a esposa respondeu:- Eu pegaria metade da grana e cairia fora.Ai o marido pegou o bilhete premiado:- Taí, ganhei 12 reais. Pega 6 e vaza....

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Qual a função do Apóstrofo?

À pergunta "Qual a função do apóstrofo?", veja o que uma besta respondeu.

Pra quem não se lembra, apóstrofo é aquele "risquinho" que serve pra suprimir vogais entre duas palavras. Ex: caixa d'água
A resposta vencedora, digna de um troféu de jumento:




quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Ciro Gomes: Cabo-Eleitoral de Serra e a âncora de Dilma

Ciro Gomes queria ser candidato a Presidente da República. Imaginou que, como Marina Silva, diante da podridão de opções disponíveis (leia-se Dilma e Serra), poderia angariar seus votozinhos, o que, mesmo não o elegendo, o colocaria definitivamente na vitrine do "circo político" (entre aspas, porque ainda prefiro os palhaços).

Lula mandou ele procurar sua turma. Como prêmio de consoloção, ganhou uma boquinha como Coordenador de Campanha da Bruxa do 71 (não é a cara da Dilma?).

E sua entrada para a "cambada vermelha" pode ser celebrada por esse vídeo, onde pode-se realmente ver notar que ele sabe com quem está se metendo.

Segundo as palavras dele:

- PMDB é um ajuntamento de assaltantes e o Michel Temer (candidato a vice da bruca) é o chefe da gangue.

- O Ibope vende suas pesquisas e maquia os resultados.

- O PT foi contra a Constituição Federal, peça-chave para a democracia brasileira.

- Serra é mais preparado do que a Dilma.



"Quem conhece o PT não vota no PT!"

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Assistencialismo, socialismo e outras pragas

Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira. Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo'.

O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe.. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas." Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas. ' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...

Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos.. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para sua total surpresa.

O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado. "Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."

Conclusão: "É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."